Ir para a página principal do site
Prefeito Marquinhos participa da XXII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios
Fonte: assessoria
Redação
Com o objetivo de apresentar reivindicações ao governo federal, a Marcha dos Prefeitos começa hoje em Brasília e prossegue até a próxima quinta-feira com reuniões internas, alinhando pedidos, e externas, com representantes dos poderes e também organizações de diversas áreas temáticas, como inclusão social, desenvolvimento econômico, participação da mulher na política, entre outras questões.
A abertura institucional da Marcha ocorreu a partir das 9h de hoje com as presenças do presidente Jair Bolsonaro (PSL), dos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), do STF, ministro Dias Toffoli. Amanhã, o governador Paulo Câmara (PSB) estará presente em Brasília para participar do Fórum dos Governadores, junto aos outros 26 chefes de estado e do Distrito Federal, também com presenças confirmadas.
Prefeitos de todo o Brasil participam da XXII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios. O evento acontece no Centro Internacional de Convenções do Brasil e conta com a presença do presidente Jair Bolsonaro (PSL), que chegou acompanhado pelos ministros da Agricultura, Tereza Cristina, e da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.
No encontro, prefeitos querem melhor distribuição de renda federal. Durante o discurso, o presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Glademir Aroldi, falou a Bolsonaro que 'os prefeitos estão sufocados financeiramente'.
Aroldi ainda foi amplamente aplaudido ao declarar: "é preciso, presidente Bolsonaro, que o bolo arrecadado deva ser melhor distribuído". E ainda mandou recado direto para Bolsonaro: "é preciso mais Brasil e menos Brasília".
O presidente da CNM ainda pede que a União repasse os recursos acerca da exploração do petróleo para os municípios e, de preferência, ainda neste ano.
Por fim, Glademir Aroldi ainda afirmou que após o evento que acontece no Centro Internacional de Convenções do Brasil, os prefeitos irão até à sede do STF (Supremo Tribunal Federal), aonde farão manifesto para pressionar a fiscalização nos repasses da União.
Bolsonaro em seu discurso disse que passaram-se 31 anos e o pacto federativo não foi regulamentado. O ministro [da Economia], Paulo Guedes, tem criado expectativa enorme para gestores locais, mas precisa deixar claro as atribuições da União, estados e municípios.
Não podemos abrir mão de compartilharmos todos os recursos arrecadados pela União.
Temos certeza de que o seu governo vai corrigir essa distorção histórica", falou. No discurso, Bolsonaro ressaltou a necessidade de o povo brasileiro se unir, independentemente de crenças, origens e pensamento ideológico, e que, se assim a população o fizer, o Brasil poderá ser tão desenvolvido do que nações pequenas em tamanho e menos diversas em recursos naturais, como Japão Coreia do Sul e Israel.
"Ninguém será superior a nós no mundo se nos unirmos nesse projeto", declarou.